Vozes de Mestres 2009

Estou abrindo esse tópico para que as pessoas possam se apresentar. De onde são, qual o seu envolvimento com cultura popular, como veio parar no www.vozesdemestres.com.

Eu sou de Belo Horizonte e trabalho na Jardim Produções e atualmente estou mais envolvido com o Vozes de Mestres - Encontro Internacional das Culturas Populares.

Junto do Zu Moreira cuido da comunicação do Encontro e o portal www.vozesdemestres.com é uma das ações que estou desenvolvendo.

Meu envolvimento com a cultura popular sempre se deu em um nível muito mais de espectador do que em qualquer outro. Entretanto, nos últimos anos, tenho lançado um olhar mais cuidadoso sobre esse universo e o envolvimento com o Vozes de Mestres tem criado possibilidades de uma interação mais profunda.

Acredito que essas manifestações de cultura popular são fundamentais para nos compreendermos enquanto mineiros, pernambucanos, baianos, brasileiros, chilenos, indonésios, japoneses. Meu propósito é trabalhar para que as vozes desses mestres possam ser ouvidas e catalisar o diálogo entre culturas que por muitas vezes estão geograficamente distantes mas profundamente conectadas pelas raízes, pela história.

Sejam todos bem-vindos

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Respostas a este tópico

Oi Augusto
Eu sou Maria Conceição , sou Produtora Cultural , e claro vinculada a Cultura Popular, No momento estou trabalhando com Oralidade e gastronomia Negra, fui apresentada ao Vozes pelo Zé Jabur.
Afro Abraço
Maria Conceição

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Oi pessoal do Vozes, eu sou a Clara, arquiteta por profissão e fotógrafa por paixão. Há dez anos , em Minas, entrei em contato pela primeira vez com a cultura popular ,me apaixonei e a partir daí comecei a pesquisar e fotografar suas diversas formas de manifestações. Não satisfeita, acabei entrando tb para um grupo de Campinas chamado Caixeiras da Guia, formado por mulheres que tocam a Caixa do Divino ou Caixa de Folia. Conheci o Vozes de Mestres através de um e-mail da Geovana. Abaixo reproduzo um texto que escrevi quando descobri esse universo e que exprime bem o que a cultura popular significa para mim. Abraço grande a todos!

"Fotografar manifestações populares para mim não é técnica, mas devoção.
Quando nos vemos em meio a uma folia ou a um congado, algo surpreendente acontece: a relação “fotógrafo/objeto fotografado” deixa de existir tal como aprendemos nos cursos de fotografia. A preocupação com a técnica, o enquadramento correto, a focalização e a fotometria perfeita dão lugar ao sentimento, ao olhar, ao instante...
Ali, na nossa frente, todos aqueles sentimentos de fé, dignidade,orgulho, identidade, liberdade se traduzem numa festa de cores, ritmos e movimentos, com suas flores, suas fitas coloridas, suas danças, suas músicas.
Nesse momento, o clicar da câmera se confunde com o bater dos tambores, com o pulsar do nosso coração. Tudo bate num ritmo só. Envolvidos pelo som, pelas cores, pela emoção e uma imensa alegria, nos transformamos num integrante a mais do grupo.
Empunhamos a câmera como quem empunha um violino e, de repente, nos surpreendemos acompanhando o cortejo, fotografando, dançando e cantando como se fôssemos um deles.
E nos tornamos devotos..."

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Oi, Augusto, eu sou a Rose Freire , Pedagoga e fotógrafa por paixão e mãe incentivadora da cultura para com meus filhos , dois deles fazem cursos no Odylo Costa Filho em São Luís do Maranhão , terrinha maravilhosa que tenho muito orgulho em pertencer.Um grande e caloroso abraço a todos . Conheçam e aproveitem as riquesas da nossa cidade .

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Olá compadres e comadres do Vozes,

Eu sou de São Luís e trabalho com Comunicação, por formação profissional. Atualmente estou com pretensões de pesquisar cientificamente a cultura popular e massiva por meio de pós-graduação.

Meu envolvimento com cultura vem de casa e acho que é algo comum a quase todo maranhense porque não dá para passar impassível diante de tantas manifestações e festividades populares que acontecem por aqui. Desde menino, sempre gostei de acompanhar as apresentações de grupos folclóricos e participei de alguns deles.

Além de espectador, sempre gostei de estar junto, de tocar e cantar em cada celebração de rua, em cada folguedo, de ver no suor e sorriso de cada brincante o gozo de ter cumprido sua promessa e sua missão. Em cada festa popular, em cada festa junina que aqui se multplica em sons, sabores, ritmos e danças diversificadas, sentia também uma felicidade incontida de ser da minha região, de me reconhecer naquele povo e de ver a pluralidade na unidade de nós mesmos.

Foi uma felicidade muito grande e um privilégio estar presente no 1º Encontro Internacional de Culturas Populares que aconteceu aqui no Maranhão por meio do Projeto CCBB Itinerante. Que aconteçam mais iniciativas como estas para favorecer encontros tão bonitos como foi o nosso.

Aproveito para saudar a todos os nossos mestres e amigos desta rede!

Saravah

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Olás Pessoas, eu sou Cristina Bueno apaixonada pela Cultura Maranhense, percussionista, atriz formada pela Unicamp(primeira turma), Pós Graduada em "Capacitação Docente em Musica Popular Brasileira" pela Anhembi-Morumbi/SP(08) e Arte Educadora desde 1986 trabalhando em ONGs. Pesquiso, dou aulas e divulgo ritmos das Manifestações Populares Brasileira desde 1993, iniciada com o Mestre Maranhense Tião Carvalho no grupo "Saia Rodada" de Campinas/SP. Em 1995 conheci as Caixeiras: de Alcantara (MA) Raimunda e Marlene e com elas a Festa do Divino. De lá para cá já vivênciei e convivi com vários mestres e mestras do Maranhão, Pernambuco, Mato Grosso e São Paulo, alguns falecidos que guardo com muito carinho registros como foto, videos, entrevistas e cursos. Salve Raimunda caixeira, Salve mestre Felipe tambor de criola, Salve mestre Salu cavalo marinho, Salve mestre Leonardo boi de zabumba...entre outros Salve Luis Otávio Burnier teatro e VIVA!! Mestre Naná Vasconcelos! VIVA!!Mestre João Bá! VIVA Mestra caixeira Dona Celeste Casa das Minas! VIVA! Dona Elza caroço de Tutóia, VIVA! Mestra TêTé cacuriá, VIVA Caixeira Dindinha fanti-ashanti. VIVA! As Crianças! VIVA! A CULTURA POPULAR BRASILEIRA!!!
Atualmente Coordeno os grupos: Caixeiras da Guia, Caixeiras das Nascentes e Tambores das Aguas, todos eles ligados a Caixa do Divino, pesquisa de cantos e toques Sagrado Feminino (Festa do Divino,Folia de Reis,Congadas, Umbanda, Candomblé, Ladainhas entre outros).
Quem me apresentou Vozes de Mestres foi a minha amiga e querida Clara!!

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Que experiência incrível Maria Cristina.

Seja muito bem-vinda ao Vozes de Mestres. É uma honra receber uma pessoa com um envolvimento tão precioso com a cultura popular brasileira.

Estamos na estrada, realizando o Vozes em vários estados do Brasil.

Ao mesmo tempo estamos estimulando essa rede aqui na web. Espero que nos encontremos várias vezes. No real e no virtual.

abraço

Maria Cristina Bueno disse:
Olás Pessoas, eu sou Cristina Bueno apaixonada pela Cultura Maranhense, percussionista, atriz formada pela Unicamp(primeira turma), Pós Graduada em "Capacitação Docente em Musica Popular Brasileira" pela Anhembi-Morumbi/SP(08) e Arte Educadora desde 1986 trabalhando em ONGs. Pesquiso, dou aulas e divulgo ritmos das Manifestações Populares Brasileira desde 1993, iniciada com o Mestre Maranhense Tião Carvalho no grupo "Saia Rodada" de Campinas/SP. Em 1995 conheci as Caixeiras: de Alcantara (MA) Raimunda e Marlene e com elas a Festa do Divino. De lá para cá já vivênciei e convivi com vários mestres e mestras do Maranhão, Pernambuco, Mato Grosso e São Paulo, alguns falecidos que guardo com muito carinho registros como foto, videos, entrevistas e cursos. Salve Raimunda caixeira, Salve mestre Felipe tambor de criola, Salve mestre Salu cavalo marinho, Salve mestre Leonardo boi de zabumba...entre outros Salve Luis Otávio Burnier teatro e VIVA!! Mestre Naná Vasconcelos! VIVA!!Mestre João Bá! VIVA Mestra caixeira Dona Celeste Casa das Minas! VIVA! Dona Elza caroço de Tutóia, VIVA! Mestra TêTé cacuriá, VIVA Caixeira Dindinha fanti-ashanti. VIVA! As Crianças! VIVA! A CULTURA POPULAR BRASILEIRA!!!
Atualmente Coordeno os grupos: Caixeiras da Guia, Caixeiras das Nascentes e Tambores das Aguas, todos eles ligados a Caixa do Divino, pesquisa de cantos e toques Sagrado Feminino (Festa do Divino,Folia de Reis,Congadas, Umbanda, Candomblé, Ladainhas entre outros).
Quem me apresentou Vozes de Mestres foi a minha amiga e querida Clara!!

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Oi Augusto,

eu sou a Heliana, moro atualmente na Barra do Jucú - vila velha - ES. Sou uma admiradora do Augusto e do seu trabalho desde muito cedo, para ser mais exata desde que ele nasceu. Faço parte de um grupo de dança circular sagrada na Barra chamado Tribo da Paz. Admiro toda arte vinda do povo. Aqui,na Barra,tem dois grupos de congo, maravilhosos, são grupos muito antigos e muito respeitados. Tem a festa de São Benedito onde tem a fincada da bandeira. É claro que sempre vou e adoro. Quero que voce saiba que tenho muto orgulho de tudo que tem feito e da pessoa maravihosa que voce é beijos e fique sempre com Deus


gosto de todasa as manifwestaçoes populares, aqui na barr tem dois gurpos de congo maravilhosos

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Olá,
Meu nome é Brenda Maria. Nasci no Rio de Janeiro e moro em Curitiba desde os 8 anos. Apesar de ser formada em Publicidade e propaganda, sou, digamos assim, uma agitadora cultural. Participo, crio, divulgo, canto, batuco e ainda vou saravá...
Comecei a ter mais contato com a nossa cultura através do grupo MUNDARÉU (inclusive vão se apresentar no Vozes aqui). Acredito que foi o primeiro passo para a minha descoberta dentro desse nosso universo cultural maravilhoso.

Há alguns anos faço eventos voltados à promoção da cultura afro-brasileira, através de festas e principalmente, meus trabalhos gráficos. Criei e produzi uma festa chamada SOMZALA (já roubaram o nome, mas tudo bem), na qual DJs, discotecários e amantes da música negra podiam dançar e escutar boa música essencialmente em vinil. Fotos da festa e do trabalho aqui!

Participei durante 3 anos num grupo de estudo de maracatu, o extinto Maracaeté, tocando alfaia, abê, ganzá e cantando. Dentro desse grupo também comecei a me interessar por outras manifestações. Mas foi com ele e dentro da Sociedade Treze de Maio - clube abolicionista com 121 anos, que tudo começou a vir á tona, principalmente minha espiritualidade.
Viajei pra Salvador e Recife e o pouco tempo lá, me transformou completamente. Estar naquelas terras e ter contato com mestres e pessoas simples que carregam e mantém a nossa cultura foi muito forte.

Produzi por dois anos a festa da Sociedade Treze de Maio, daqui de Curitiba. Na festa de 120 anos, ano passado, eu e uma amiga fizemos um fervo enorme e conseguimos chamar a atenção das pessoas para aquela casa tão importante. É hoje o último reduto negro em atividade aqui e não sei mais quanto tempo ela vai aguentar.

Estudo tudo o que me desperta de forma informal, e tenho muito material retirado de fontes seguras da própria internet. É ótimo termos acervos de diversas universidades disponíveis e enriquecendo nosso saber, enquanto ainda não podemos viajar e vivenciar tudo in loco.

Há um ano fui iniciada no Candomblé e continuo vivendo a minha busca incessante pela nossa raiz multicultural. Onde tem tambor, fita, choro e alegria eu tô lá!

Forte abraço a todos

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Olá pessoal! Eu sou daqui de Curitiba e "caí de paraquedas" nesse movimento do Vozes. Ainda não conheço pessoalmente o trabalho mas, desde já sou fã! Recebi um email ontem de uma amiga e já me inscrevi nas oficinas.
Atualmente coordeno o Estúdio Volare, um espaço voltado à qualidade de vida (www.estudiovolare.ning.com), ministro aulas de Yoga no SESC Água Verde e também atendo como Terapeuta Corporal.
Quanto ao meu envolvimento com a cultura popular sou apenas espectadora e apreciadora. Me encanta essa diversidade cultural que me permite desfrutar dessa riqueza que o nosso país tem. Com ela aprendo, me motivo, me inspiro, me alegro, me construo e desconstruo a medida em que conheço um pouco mais.
Um grande abraço a todos!

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Oi, Augusto,

Sou Lucila Poppi, tenho 28 anos, nasci e moro em São Paulo atualmente, mas passei mais de 10 anos da minha vida viajando pelo Brasil, trabalhando em circos tradicionais, em diversas cidades de Minas, Goiás, DF, S.Catarina, Paraná, MS e SP mesmo, mas sem perceber os acontecimentos culturais, populares, de raiz, que aconteciam ao meu redor, salvo por algum Corpus Christi ou Caranval. Alheia as manifestações artísticas e culturais brasileiras como boa parte dos 'moradores' deste país.
Precisei voltar a morar na capital paulista para descobrir as riquezas que existiam nos lugares que eu já havia passado. Isso se deu através de duas pessoas muito importantes na minha vida: Flávio Itajubá, um moço mutio batalhador de MInas, morador de Taubaté, agora, que através de muito esforço, fundou, edificou, construiu e fixou o Maracatu Baque do Vale na cena taubateana e, pq não, paulista, brasileira. Ele me permitiu provar uma gota infinita do que é fazer e estar dentro da cultura pura, do que é participar das vibrações genuinamente brasileiras e não apenas vê-las passar num bloco carnavalesco. Talvez ele nem saiba disso, mas me iniciou nas culturas populares.
A partir daí, com meu então namorado, atual marido, aprendi quantas coisas e pessoas preciosas existem nesse Brasilzão. Como? De forma bem simples, conheci a história da família dele, os Madureira de Recife. André Madureira, meu sogro, fundou em 1977 o Balé Popular do Recife, apadrinhado e batizado por Ariano Suassuna. Este grupo fantástico desenvolveu uma vasta pesquisa a respeito dos autos e folguedos do Nordeste, em específico de Pernambuco.
Fascinei-me! Encantei-me! Deleitei-me, e continuo mergulhando o mais fundo q consigo neste universo mágico, que influencia nosso mundo contemporâneo, sim, nessa cultura que conta toda a história e movimentos sociais do Brasil, sim.
Hoje tenho um grupo de pesquisa chamado Núcleo Brasílica de Expressão Artística. Estudamos, treinamos, ensinamos e apresentamos danças, músicas, interpretações e novas criações tomando por base a cultura brasileira e o Método Brasílica do Balé Popular do Recife.
Conheci o Vozes através do grupo Culturas Populares e adorei a idéia de poder conversar com pessoas q adoram o Brasil e suas surpresas assim como eu, e q preferem viver na cultura, cada um a sua maneira, do q apenas assistí-la passar sem nada absorver.

Que os Anjos da Beleza e da Arte estejam sempre conosco e que iluminem esse lindo caminho que o Vozes de Mestres vem trilhando!

Abraço

Lucila Poppi
Anexos

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Oi, Heliana. Eu sou o João Batista, aqui do interior de SP. Não resisti a lhe escrever, apenas para registrar que pensava que a única Heliana, com H, fosse minha esposa e companheira por mais de trinta anos.
Adoro Vila Velha e jamais me esqueci dos deliciosos "porquinhos empanados" servidos nas praias daí.
Grande abraço.

Heliana Barros Villela disse:
Oi Augusto,

eu sou a Heliana, moro atualmente na Barra do Jucú - vila velha - ES. Sou uma admiradora do Augusto e do seu trabalho desde muito cedo, para ser mais exata desde que ele nasceu. Faço parte de um grupo de dança circular sagrada na Barra chamado Tribo da Paz. Admiro toda arte vinda do povo. Aqui,na Barra,tem dois grupos de congo, maravilhosos, são grupos muito antigos e muito respeitados. Tem a festa de São Benedito onde tem a fincada da bandeira. É claro que sempre vou e adoro. Quero que voce saiba que tenho muto orgulho de tudo que tem feito e da pessoa maravihosa que voce é beijos e fique sempre com Deus


gosto de todasa as manifwestaçoes populares, aqui na barr tem dois gurpos de congo maravilhosos

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Ahoo!!

Minha mãe me chamou de Higor Tohany quando nascí, em Belém do Pará, no Bairro do Jurunas. Um bairro próximo aos portos da Baía do Guajará, que por sa vez é a rua dos que moram nas ilhas do Marajó, de onde minha mãe veio.

Tive contato com o Vozes de Mestre porque atualmente, neste dia de hoje, e desde o começo da semana, o Vozes está acontecendo aqui na cidade, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia. Estou inscrito na oficina Voz e Corpo com uma mestra que o nome me fugiu agora.

SObre a cultura popular eu tenho uma noção apenas de expectador. Acredito que o processo de globalização em minha infancia me fez ver a cultura de povos estrageiros e gostar delas, principalmente a japonesa com sua escrita, suas artes marciais e desenhos. Atualmente eu tenho curtido a cultura indígena, ainda mais depois que soube a origem de meu segundo nome, Tohany, que vem de uma etnia chamada Assuriní Awaeté que vivem no rio xingu.

Gosto de manifestações culturais com toda a força que tenho pois sei que a tradicionalidade das relações culturais são a força motora da simplicidade.

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